terça-feira, 12 de abril de 2022

Soneto de apologia

Quando o grito de dor do nordestino 

Unir -se a voz geral do desencanto,

Esse eco de repente faz um canto e

Esse canto, de repente faz um hino.


E puro, como um sonho de menino ,

Será cantado aqui e em qualquer canto,

Como símbolo, estandarte, como um manto,

De um povo que busca o seu destino.


Quando esse hino, pleno de ideal,

Canção de um povo em marcha triunfal,

For lançado ao sabor  do seu destino,


Aí saberá sem ter espanto ,

Que um eco de repente faz um canto,

E um canto de repente faz um hino.


Ronaldo Cunha Lima,  (poeta paraibano)


segunda-feira, 11 de abril de 2022

PENSAMENTO DE SEGUNDA-FEIRA

NADA NESTA VIDA NOS PERTENCE.
SOMOS APENAS USUFRUTUÁRIOS.
QUEM QUISER PENSAR O 
CONTRÁRIO QUE PENSE.

(J.M.R)

terça-feira, 5 de abril de 2022

DOiS PESOS; DUAS MEDIDAS

Cadeia ficou pra "liso".

Se subtrair ninharia

vai direto pro "quartel."

Ladrão de "colarim" branco?

Justiça tira o chapéu 

(J.M.R)

domingo, 3 de abril de 2022

PENSAMENTO DE DOMINGO

É bem melhor conter a revolta, 

contar os dias e esperar pela volta

(Ronaldo Cunha Lima, poeta paraibano)