quarta-feira, 2 de maio de 2012

PENSAMENTO DA QUARTA-FEIRA

O que mais lembramos de pedir a Deus é o sucesso para os nossos empreendimentos terrenos, e depois dizemos: Deus não se preocupa conosco, se o fizesse não haveria tantas injustiças. Quanta ingratidão!. Se mergulhássemos no funda da nossa consciência, quase sempre é lá que encontraríamos o motivo dos males dos quais nos queixamos!

DILMA DIFICULTA DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS

A presidente Dilma Rousseff criou mais uma etapa no processo de reconhecimento de Terras Indígenas (TIs), o que protela ainda mais a definição dessas áreas. Dilma incluiu consulta prévia ao Ministério de Minas e Energia antes de qualquer decisão da Funai.
Essa é a pasta que toca obras de hidrelétricas país afora. O resultado desse novo tratamento é que uma dezena de TIs já demarcadas e prontas para serem oficializadas está com seu destino incerto.
Foto: Gustavo MIranda /  O Globo
Na semana do Dia do Índio (19 de abril), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi cobrar de Dilma a homologação dessas áreas, cujos processos em sua maioria seguiam encalhados na Casa Civil desde maio de 2011, e foi surpreendido com a pergunta de Dilma sobre se Minas e Energia tinha sido ouvido.
Depois dessa conversa, seis processos de reconhecimento de TIs voltaram ao Ministério da Justiça para reavaliação: Rio Gregório (AC), Riozinho do Alto Envira (AC), Rio dos Índios (RS), Taboca (AM), Cacique Fontoura (MT) e Toldo Imbu (SC). Outros quatro — Tenharim Marmelos (AM), Xipaya (PA), Santa Cruz da Nova Aliança (AM) e Matintin (AM) — seguem na Presidência aguardando assinatura de Dilma. 

CACHOEIRA QUERIA ELEGER DEMÓSTENES PREFEITO DE GOIÂNIA

Gravações interceptadas pela Polícia Federal (PF) com autorização da Justiça mostram o bicheiro Carlinhos Cachoeira discutindo com o vereador de Goiânia Santana Gomes (PMDB) a candidatura do senador Demóstenes Torres (ex-DEM, sem partido-GO) à prefeitura de Goiânia.
Waldemar Barreto /  Agência Senado
Na conversa, eles dizem que precisam de alguém com “poder na mão”. Até o início deste ano, Demóstenes (foto acima) era um dos pré-candidatos mais cotados à prefeitura da capital goiana. Mas desistiu publicamente da disputa.
O estouro do escândalo envolvendo Cachoeira sepultou as esperanças de quem ainda via no parlamentar um potencial candidato. Demóstenes Torres é considerado a ponte de Cachoeira com o mundo político em Brasília.
— Deixa eu te contar uma coisa: o Demóstenes vai ser nosso prefeito, não vai? Nós temos que ter alguém com o poder na mão, chefe — disse Santana Gomes, em telefonema feito no dia 13 de março do ano passado.
— Exatamente, exatamente — responde Cachoeira.
Os dois conversaram pelo telefone inicialmente para falar de Jorcelino Braga, secretário estadual da Fazenda na gestão anterior, do ex-governador Alcides Rodrigues (PP), de 2006 a 2010.
Alcides, que era vice do atual governador tucano Marconi Perillo (GO), assumiu o governo quando o titular renunciou ao mandato para disputar o Senado, em 2006. Mas eles terminaram por se afastar e Braga se desentendeu com Marconi Perillo, que em 2011 voltou a ser governador de Goiás. 

TRAPALHADA LEVA À PRISÃO RAPAZ COM DEFICIÊNCIA MENTAL


Paulo Carvalho, O Globo
O estudante Leonardo Oliveira da Silva, de 19 anos, jamais deixou o Rio de Janeiro, sequer saiu de São Gonçalo, cidade onde nasceu. A primeira vez foi no último dia 27 de abril, quando um oficial de Justiça e dois policiais bateram na porta de sua casa, no bairro Porto Velho, o algemaram e levaram preso.
Sozinho e com deficiência mental, Leonardo demorou a entender o que acontecia: ele era acusado do assassinato de Raimundo Nonato, em 2010, na cidade de Raposa, no Maranhão, a quase 3 mil quilômetros de distância do lugar onde vive. Mas o rapaz era um homônimo do verdadeiro acusado.
Leonardo foi levado para 73ª DP (Neves). Para aumentar a confusão, a mãe dele, a funcionária pública aposentada Marilene Oliveira da Silva, de 58 anos, também é homônima da mãe do acusado. 

terça-feira, 1 de maio de 2012

PENSAMENTO DA TERÇA-FEIRA

O sacrifício de amar a quem nos detesta e persegue é penoso, mas isso é precisamente o que nos torna superior aos outros. O amor nos aproxima de Deus. O ódio nos distancia d"Ele

NOMEAÇÃO DE BRIZOLA NETO ENFRAQUECE GRUPO DE LUPI NO PDT


POLÍTICA

Isabel Braga e Paulo Celso Pereira, O Globo

Depois de dizer que vai trabalhar pela unidade dentro do PDT, o novo ministro do Trabalho, Brizola Neto (PDT-RJ) terá uma missão árdua se quiser o objetivo. Ele trava contra o presidente do PDT, Carlos Lupi, uma batalha que já dura 19 meses.
O conflito começou logo após o resultado das eleições de 2010. Ao se ver derrotado nas urnas — ficando apenas com a primeira suplência de deputado federal —, Brizolinha, ou Carlito, passou a atacar Lupi, que era na época ministro do Trabalho. Neto dizia que Lupi não se empenhou para elegê-lo.
O grupo de Lupi rebatia, lembrando que durante quase quatro anos Brizola Neto manteve seu braço direito, Renato Ludwig, no comando do Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude. Primeiro, Brizola Neto defendeu que Lupi deveria sair do ministério na transição entre os governos Lula e Dilma.
Sem sucesso, tentou retomar para a família Brizola o controle da legenda. Em acordo com seus irmãos Juliana e Leonel, começou uma campanha para que a direção fosse eleita por voto direto, porque todas as instâncias de direção estão tomadas por aliados de Lupi.

A ARTE DE ANTÔNIO LUCENA

Humor