terça-feira, 3 de abril de 2012

SUPLENTE DE DEMÓSTENES TORRES DIZ SER FÃ DO SENADOR


Dono de uma fortuna declarada de R$ 14,4 milhões — R$ 2,2 milhões dos quais em dinheiro vivo em seu poder —, o primeiro suplente do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Wilder Pedro de Morais (DEM, foto ao lado acima), tem a marca de sua construtora, a Orca, espalhada pelo Centro-Oeste.
A empresa constrói vultosos empreendimentos, como shoppings e hipermercados, inclusive fora do país. Para a campanha de Demóstenes, doou, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), R$ 700 mil, de um total de R$ 9,2 milhões arrecadados pelo senador.
Com 43 anos, Wilder assumiu, no início do ano passado, a Secretaria de Infraestrutura no governo de Marconi Perillo (PSDB-GO), o governador que rompera relações com Demóstenes em 2006, mas que voltou a uma amizade quase fraternal com o senador nas eleições de 2010 — a ponto de acatar sugestões de nomes do democrata para integrar seu governo. Wilder doou R$ 50 mil, declarados, a Marconi.
A Secretaria foi o primeiro cargo público de Wilder. Ele foi levado para a política por Demóstenes e declarou em entrevista que o exemplo do senador do DEM o influenciou. “Vi que um político bem-intencionado pode fazer a diferença para quem precisa. Vi que eu seria suplente do melhor senador do Brasil”, afirmou em entrevista ao jornal “Opção”, de Goiás, ano passado.
Se assumir a vaga de Demóstenes, caso este renuncie ou seja cassado, de certa forma Wilder estará se vingando do titular da vaga e do amigo dele, o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Wilder e Cachoeira têm pelo menos uma história em comum: trata-se da bela Andressa Morais, que deixou o empresário do setor de construções para se unir ao empresário do ramo dos jogos. 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PENSAMENTO DA SEGUNDA-FEIRA

Seja o pai do seu filho enquanto um traficante não o adota

DECISÃO POLÊMICA DO STJ: ACABOU A “LEI SECA”!

Carlos Costa é jornalista e escritor
Para que bafômetros se não servirão mais para nada? Para que guardas municipais de trânsito se perderam completamente sua “fé pública”? Para que tirar sangue se não mais poderá ser analisado para corroborar como prova em processo contra um motorista infrator? Para que testemunhas, se não mais poderão ser mais arroladas? Se arroladas, em nada contribuirão contra motoristas bêbados e irresponsáveis que continuarão matando pelas ruas do Brasil?
Os bafômetros podem ser devolvidos ou “aposentados” pelo Ministério da Justiça, o sangue pode ser contaminado com bactérias letais porque não fará mais qualquer diferença depois que o Superior Tribunal de Justiça decidiu que depoimentos de testemunhas, dos agentes de trânsito e o exame clínico de sangue não valem mais como provas contra motoristas que forem flagrados dirigindo bêbados.
É lamentável que tenha sido assim o resultado do julgamento, representando um grande retrocesso na “Lei Seca”, em vigor em muitos Estados, seguindo a recomendação constante no Código Brasileiro de Trânsito. Mas como na Constituição consta a determinação de que ninguém será obrigado a produzir prova contra si próprio, piorou um pouco mais agora, porque o STJ também tirou a “fé pública” do agente de trânsito e decidiu que mesmo a autoridade de trânsito atestando a embriaguez ao volante, não valerá como prova em processos dessa natureza.
Onde ficará a fé pública dos agentes públicos que representam o Estado? Não sei a resposta, mas sei que com a decisão do STJ, tornou quase impossível a pessoa ser presa embriagada ao volante porque somente o exame de sangue e o teste do bafômetro comprovariam a embriaguez ao volante. Agora nem isso, mais!
Se a CNH ao motorista é uma concessão do Estado, por que não é permitido ao Estado cassá-la também porque o motorista dirigiu embriagado e matou alguém? A CNH dos motoristas que bebem, dirigem e matam ao volante não poderão ser cassadas por isso, pois chegará a hora em que o Estado também será processado por um motorista embriagado, pedindo danos morais, por não conseguir dirigir!
Mesmo que o motorista esteja cambaleante, mesmo que ele esteja sem condições de dirigir, mesmo que ele não consiga articular uma só palavra e nem se manter em pé, não poderá ser considerado embriagado porque foi assim a decisão do STJ. Mas que a decisão foi totalmente contrária ao que desejava a sociedade, ah, isso foi! Que foi um grande retrocesso, isso também foi!
Não sendo jurista e nem tendo competência para avaliar juridicamente esse julgamento, como assistente social e cidadão, digo que a decisão foi totalmente contrária a tudo que a sociedade esperava do STJ. Mesmo que o professor de direito penal, Cleber Lopes, e advogado criminalista, diga que ninguém pode ou deve produzir prova contra si e tenha apoiado a decisão do STJ, não podemos esquecer que estamos tratando de vida humana, de pessoas, de uma concessão que o Estado dá a uma pessoa e pode cassar a mesma concessão também porque dados do Ministério da Saúde atestam que pelo menos 15% de todos os atendimentos feitos nos hospitais, tiveram causa a imprudência de motoristas bêbados. Mais do que um problema jurídico, trata-se de uma questão social também! Mas...
A Lei precisa mudar e a Constituição também. O projeto de Lei de mudança do CBT está sendo negociado pelo Governo e deputados. Mas até que os vários anos se passem, no máximo, os motoristas poderão ser multados em 900 reais, ficarão sem direito de dirigir por um ano e o carro ficará recolhido. Mas com base em quê, se o julgamento do STJ matou de vez o CBT!



ESPANHÓIS SÓ ENTRAM NO BRASIL COM BILHETE DE VOLTA NAQ MÃO

Roberto Maltchik, O Globo
A partir desta segunda-feira, o Brasil se tornou mais rigoroso em relação à entrada de visitantes espanhóis. Entre as exigências no controle imigratório estão a exigência de bilhete aéreo de volta , com data de retorno marcada, comprovação de meios econômicos para permanência no Brasil, no caso, a quantia mínima de R$ 170 para ingressar em território brasileiro.
Mesmo assim, não conseguiu equiparar as dificuldades criadas para o ingresso de brasileiros no país europeu. Alguns obstáculos previstos na legislação espanhola não existem por aqui, como, por exemplo, o pagamento de quase cem euros por uma carta-convite, que só pode ser obtida pelo anfitrião na Comisaría de Polícia.
E mais: o tratamento dado aos brasileiros não é isonômico em relação a outras nações latino-americanas, como alega o governo espanhol.
No país ibérico, de acordo com o Boletim Oficial de Estado, de 12 de janeiro de 2010, o anfitrião de turista estrangeiro precisa pagar uma taxa de 96,6 euros para receber das autoridades espanholas uma carta-convite padronizada, além da taxa de um euro por documento anexado à carta. Esse convite precisa ser enviado ao estrangeiro antes do seu embarque para a Espanha.
Detalhe: o anfitrião deverá comprovar sua relação com o imóvel identificado como o endereço da estadia do estrangeiro. Poderá, ainda, ser chamado para uma entrevista com o objetivo de checar as informações fornecidas na carta padronizada.

domingo, 1 de abril de 2012

CLIP BANZEIRO, INTERPRETADO POR RAÍZES CABOCLAS"

PENSAMENTO DE DOMINGO

Não existe diferença entre roubar e deixar alguém  roubar. São farinhas do mesmo saco

CHÁVEZ DIZ QUE NÃO É HORA DE MORRER

O presidente Hugo Chávez (foto acima) discursou neste sábado durante quase duas horas, em rede nacional, e confirmou aos venezuelanos sua nova viagem para Cuba, onde passará por mais um ciclo de radioterapia. No discurso, Chávez disse que "não é hora de morrer", repetindo uma frase que virou quase um bordão em sua luta contra o câncer. - Me apego a Cristo, não é hora de morrer, é tempo de viver para continuar vendo a vida da pátria nova, da pátria boa - afirmou o presidente venezuelano, em discurso retransmitido por todas as rádios e TVs do país. Chávez confirmou que permanecerá pelo menos até a próxima quarta-feira em Cuba, numa viagem que chamou de "uma batalha que a vida trouxe". - Peço a Deus e a Cristo, nosso Senhor, que me ajudem, e também peço o amor do povo para vencer esta batalha e continuar vivendo com vocês por muitos anos mais - continuou.