sexta-feira, 10 de maio de 2019

Beth Carvalho recebe homenagem na Roda de Samba da Timboca

AGENDA CULTURAL
Neste domingo (12), a partir das 17h, a cantora Beth Carvalho, morta no último dia 30, irá receber uma homenagem com muito samba Roda de Samba da Timboca, localizada na Rua Alexandre Amorim, 201, bairro de Aparecida. Os músicos Sid Oliveira e Jean Carlos, irão fazer participações especiais.  
Roda de Samba da Timboca (foto divulgação)
O publico vai se divertir ao som  dos sucessos “Andanças”, “Vou festejar”, “Coisinha do Pai” e muito mais. O evento também promete ressaltar grandes nomes do samba e do pagode, mesclando o samba moderno e o contemporâneo com intuito de fortalecer o gênero musical na capital amazonense.
Para quem quer economizar, basta cedo. A entrada é free para homens e mulheres até às 18h30 e durante o evento há promoções de cervejas e caipirinha. Após esse horário, os ingressos passam a custar R$ 10. Reservas e informações podem ser obtidas através do telefone 99128-8274.

Roda de Samba "Amor eu vou dormir” apresenta Grupo Bokaloka e convidados


AGENDA CULTURAL

O Grupo Bokaloka se apresenta neste sábado (11), a partir das 21h, na Roda de Samba “Amor eu vou dormir”, (Rua Emílio Moreira, Praça 14). Durante o show serão relembrados sucessos como "Shortinho Saint-tropez", "Não Pedi Pra Me Apaixonar", "Bate Nele", entre outros. Os grupos Loka Tentação e Vem K Sambar. Na pista, os DJs Bié e Rafa Militão prometem não deixar ninguém parado. 
Além das atrações musicais, a festa ainda conta com Open Bar de água, refrigerante, vodka e cerveja até às 3h por R$60. Os ingressos pista custam R$ 15. Para quem gosta de mais conforto, a casa dispõe camarote do Amor com lotação de até 10 pessoas. Para saber informações é só ligar para o telefone 98407-1407.

É disso que to falando Manaus

No domingo (12), a partir 18h, o grupo BokaLoka se apresenta na Roda de Samba “É disso que to falando Manaus”, localizada na Avenida Castelo Branco, 373, Cachoerinha. A casa também apresenta Deuzimar Fonseca, grupo Vem K Sambar e os DJs Bié e Rafa Militão. O ingresso custa R$ 10 reais e pode ser adquirido no local.  Na compra do copo da semana,  cliente ganha uma cerveja.

O grupo
O Bokaloka surgiu em 1995 com o nome de Água na Boca. Em 1997 lançou seu primeiro CD "Você Vai se Amarrar", pela gravadora Indie Records e no ano seguinte o segundo "Apaixonado".
Em 98, chegou às lojas o terceiro CD "Bokaloka", pela EMI. Em 2000 e 2001, alguns discos ao vivo gravados de shows do grupo foram lançados no mercado alternativo, caindo no gosto popular e aumentando ainda mais a popularidade do Bokaloka.
A popularidade dos CDs alternativos foi um dos fatores que levou a gravadora Deck Disc a lançar o CD "Bokaloka de Verdade - Ao Vivo", que atingiu a marca das 150 mil cópias vendidas, recebendo assim, seu primeiro disco de ouro. Em 2004, ainda pela Deck, o grupo lançou o CD "Bateu Emoção - Ao Vivo", também disco de ouro pela segunda vez.

Bancos encontram menos de R$ 15 mil em contas de Temer


Apesar da determinação da Justiça Federal de bloqueio de até R$ 32,6 milhões das contas bancárias do ex-presidente Michel Temer, menos de R$ 15 mil foram efetivamente bloqueados. Foi apenas este valor que os bancos encontraram nas contas do ex-presidente após a ordem do juiz federal Marcus Vinicius Reis Bastos, em 29 de abril, para o bloqueio dos valores.
As informações constam de um comunicado feito pelo Banco Central ao tribunal na última terça-feira (7), em cumprimento à decisão do juiz.
Este foi o segundo pedido de bloqueio de bens de Temer pela Justiça Federal. No primeiro, feito pelo juiz Marcelo Bretas, em março, a ordem de bloqueio foi de R$ 62 milhões.
No dia 29 de abril, a Justiça Federal fez um novo pedido, que estava sob sigilo. Foi neste que encontraram menos de R$ 15 mil nas contas do ex-presidente.
Procurada pelo blog, a defesa de Temer diz que este valor foi encontrado porque não havia mais dinheiro.
“Quando Marcelo Bretas decretou o bloqueio das contas, encontraram um total de 8,2 milhões. O decreto de bloqueio do juiz de Brasília não poderia mesmo encontrar aquela importância, que já estava indisponível, inclusive para novas ordens de bloqueios”, diz a defesa.
Ontem, Temer se entregou à Polícia Federal após ter novo pedido de prisão decretado pela Justiça. A acusação do MPF fala em corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Temer é acusado pelo MPF de ser o chefe de uma organização criminosa que movimentou R$ 1,8 bilhão.
Contas de Temer
De acordo com o documento enviado pelo BC, ao qual o blog teve acesso, cinco bancos prestaram informações ao Banco Central.
Dois deles informaram que Temer não possuía conta ou possuía apenas contas inativas nas instituições; dois registraram que não houve bloqueio porque não havia saldo; e um informou ter bloqueado R$ 14.654,50, que era o saldo presente na conta.
O amigo pessoal do presidente, João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, também foi alvo do bloqueio. Ele tinha R$ 18.779,77 em duas contas de bancos diferentes. Um terceiro banco confirmou a existência de uma conta de Lima, mas sem saldo.
O bloqueio foi pedido ainda em abril pelo Ministério Público Federal na ação penal em que Temer é réu no que ficou conhecido como o inquérito dos Portos.
É a quinta ação penal na qual o ex-presidente se tornou réu e tem como alvo o decreto que alterou as regras de concessão do setor de portos, publicado em 2017. Atualmente, Temer é réu em seis processos e investigado em cinco inquéritos.
Para o Ministério Público Federal, Temer recebeu propina em troca de benefícios concedidos para o setor portuário, como o decreto assinado por ele há dois anos. A denúncia envolve os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O valor de R$ 32,6 milhões a ser bloqueado foi calculado pelo MPF com base na movimentação financeira das empresas das quais Lima era sócio - elas também foram alvo do pedido de bloqueio - e que seriam utilizadas para o recebimento de valores.
Nas contas das empresas de Lima foram bloqueados R$ 475.044,69 - a maior parte estava em contas da Argeplan Arquitetura e Engenharia, empresa pela qual Lima era mais conhecido.
O bloqueio de bens e valores também atingiu imóveis e veículos dos réus. Ficaram indisponíveis, ou seja, não podem ser vendidos 14 imóveis e três automóveis do ex-presidente, incluindo um carro de luxo. Já o coronel Lima também teve três automóveis que estavam em seu nome bloqueados, além de sete veículos de suas empresas que também ficaram indisponíveis.

domingo, 5 de maio de 2019

Lucas de Moraes e Jean Marius agitam o samba da Timboca


AGENDA CULTURAL

Neste domingo (5), a partir das 17h, a casa localizada na Rua Alexandre Amorim, 201, no bairro de Aparecida, contará com a participação de cantor e compositor Lucas de Moraes, a nova geração do samba. No evento, que acontece todos os domingos, ainda se apresentam o cantor Jean Marius e o grupo Samba da Timboca.
Lucas Moraes (foto divulgação)
O músico teve seu primeiro CD, “Amor ao Samba”, lançado recentemente e conta com canções autorais, de sambistas renomados como Aluisio Machado, e de compositores das nova geração.
Durante os shows, a roda de samba realiza promoção de cervejas e caipirinhas. A casa dispõe de mesas, ambiente familiar e petiscos. Os ingressos R$10, preço único, mas mulheres têm entrada liberada até às 18h. Maiores informações: 99128-8274. 

sábado, 4 de maio de 2019

"Meia Noite Acaba" agita o sábado com Samba de Quintal e Jean Carlos


AGENDA CULTURAL

Neste sábado (9), a partir das 19h, a roda de samba “Meia Noite Acaba”, recebe o grupo Samba de Quintal e o cantor Jean Carlos (ex-Loka Tentação), lançando sua carreira solo. Durante os intervalos, o DJ Paulo Marques agita a galera com os hits do momento.
Com 15 anos de história, o músico que já passou pelos grupos Cacildis, Nosso Jeito, Belo Encontro e outros, promete agitar o público presente com o melhor do samba e pagode. No repertório, canções de Ferrugem, Pixote, Turma do Pagode, Dilsinho e muito mais.
Jean Carlos (foto divulgação)
A entrada é free até às 20h. Após esse horário os ingressos custam R$20. A roda de samba “Meia Noite Acaba” está localizada Avenida Nilton Lins 3855, Parque das Laranjeiras, em frente ao Posto Shell. Maiores informações podem ser obtidas através do telefone 98409-6575.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

“Ei, deixa eu te falar” inaugura nesta sexta e agita o Centro da Cidade

AGENDA CULTURAL
O Centro de Manaus ganha nesta sexta (3), a partir das 22h, mais uma opção de entretenimento. É que o point do Rio Negro Clube, localizado na Avenida Epaminondas, Centro, inaugura a Roda de Samba “Ei, deixa eu te falar”.
Com um formato criativo e uma plateia diferenciada, a roda de samba oferece mais uma opção de alegria e diversão para os amantes do ritmo ao som dos grupos Vibe A+ e Vem K Sambar (VKS). Durante os intervalos, o funk carioca assume a pista sob os comandos dos DJs Bié e Rafa Militão.
Grupo Vem K Sambar (foto divulgação)
A entrada é liberada para homens e mulheres até às 23h. Após esse horário, o valor do ingresso passa a custar R$ 15. Para maiores informações é só ligar para os telefones 98407-1407 e 98209-5846. 

Saída virá de fora da Venezuela


O fracasso do movimento pela derrubada do ditador Nicolás Maduro deixou clara a importância dos atores externos para a saída da crise Venezuelana. Maduro não sairá do poder enquanto a Rússia continuar a garantir a compra do petróleo venezuelano, enquanto Cuba continuar a lhe prestar assessoria na inteligência.
O governo americano subestimou a influência cubana sobre as Forças Armadas venezuelanas, ao acreditar que haveria deserção maciça graças à anistia oferecida pelo presidente interino, Juan Guaidó. Também ignorou o tempo necessário para que as novas sanções impostas ao petróleo venezuelano surtam efeito sobre a cúpula da ditadura comandada por Maduro.
A libertação do líder oposicionista Leopoldo López, com o beneplácito dos Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), criou a ilusão que levou a inteligência americana a desprezar o apoio que Maduro ainda tinha entre os militares. A avaliação americana funcionou como sinal verde para que Guaidó agisse – e fracassasse.
Embora ele tenha sido derrotado, e Maduro tenha conseguido manter o poder, os eventos desta semana demonstraram pontos de fragilidade que deverão ser explorados. O principal: a permanência de Maduro depende essencialmente dos generais, liderados pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino. Será preciso convencê-los a romper com o ditador para derrubá-lo.
É aí que entram em cena dois atores externos que mantêm relações históricas com os militares venezuelanos, Cuba e Rússia (a China tem interesse econômico, não militar). Na inteligência, Cuba atua como uma espécie de consultoria para Maduro, além de manter tropas no país (segundo relatos, importantes para evitar deserções depois do chamado de Guaidó). A Rússia fornece armas e garante a força dos militares.
Nenhum desses dois países tem ilusões. Se a situação evoluir para o pior cenário – um conflito armado ou guerra civil com intervenção externa –, nem russos nem cubanos terão chance contra os americanos. É, contudo, um cenário que não interessa a ninguém.
Por isso mesmo, é preciso manter atenção às negociações que prosseguem nos bastidores diplomáticos. Na semana que vem, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, se encontrara na Finlândia com o chanceler russo, Sergey Lavrov. Não se sabe com que tipo de argumento tentará convencê-lo a abandonar Maduro.
Desde o início do ano, o presidente russo, Vladimir Putin, tem adotado uma atitude ambígua em relação à Venezuela. Publicamente, a Rússia continua a apoiar Maduro e a lhe fornecer armas. Mas é o país que mais perde com as sanções americanas, pois a petrolífera estatal Rosneft é sócia da venezuelana PDVSA em iniciativas de exploração e, como garantia, recebeu uma participação na distribuidora Citgo, que atua nos Estados Unidos e é hoje comandada por executivos leais a Guaidó.
Putin não tem outro interesse na Venezuela, além de irritar os americanos no próprio “quintal”. O contencioso entre os dois países inclui temas mais espinhosos, como Síria ou Ucrânia. Como não quer guerra na Venezuela, é provável que Pompeo acene aos russos com concessões em algum desses outros tabuleiros.
O movimento para derrubar Maduro continua. Ficou clara a divisão entre os militares, apesar da lealdade aparente ao ditador. Para explorá-la, deverá haver pressão externa. Não necessariamente intervenção, mas a negociação de alguma saída que lhes assegure protagonismo no regime pós-Maduro. A oferta de anistia apenas é insuficiente.
Quanto à Rússia, a situação é mais complexa. Não adianta garantir a Putin, como aos chineses, que seus ativos serão preservados. Ele quer mais que isso. Mostrou, na Síria, que sabe explorar os erros americanos para fincar suas estacas. É provável que queira o mesmo na América Latina. A Venezuela já lhe ofereceu uma porta de entrada.