sexta-feira, 5 de outubro de 2018

“Me chama que eu vou” é a nova pedida deste sábado


AGENDA CULTURAL

Neste fim de semana, o grupo Loka Tentação oferece uma ótima opção para quem quer curtir uma boa música e tomar uma cerveja gelada. É que neste sábado (6), a partir das 18h, inaugura a roda de samba “Me chama que eu vou”, localizada na Rua Branco e Silva, 87, Santa Luzia.
O Loka Tentação inicia a programação com muito pagode e o autêntico samba de raiz. Jean Carlos (vocalista), Júnior Miserê (vocalista e cavaco) e Deive Nunes (surdo) prometem agradar o público com músicas autorais e de grupos como Turma do Pagode, Sorriso Maroto e Revelação.
Loka Tentação (foto divulgação)
O evento também irá contar com as participações de Yurizinho, Du Barranco e Felipe Jr, trazendo os maiores sucessos do pagode e abrilhantando ainda mais a festa. “Escolhemos os melhores representantes do samba aqui em Manaus, para animar a casa nessa maratona de seis horas”, disse Deive Nunes, um dos responsáveis pelo evento.
A casa funciona das 18h às 0h e o acesso ao evento é free para homens e mulheres. Maiores informações: 99175-4789.

Cunha, Geddel e mais 16 são denunciados por supostas fraudes na Caixa Econômica


O Ministério Público Federal (MPF) apresentou esta quinta-feira (4) à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília quatro denúncias relacionadas às investigações da Operação Cui Bono, que apura irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal em troca de pagamento de propina.
Entre os denunciados estão o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-deputados e presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o operador Lúcio Funaro e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto.
Eles são acusados dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores pedem multa e reparação de danos que ultrapassam R$ 3 bilhões.

Investigação
De acordo com o MPF, foram identificados repasses que somam R$ 89,5 milhões a Eduardo Cunha de 2011 a 2015, além de R$ 17,9 milhões a Geddel Vieira Lima de 2012 a 2015 e R$ 6,7 milhões a Henrique Alves de 2012 a 2014.
As denúncias estão relacionadas a operações de créditos para os grupos Marfrig, Bertin, J&F Grupo BR Vias e Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários. Parte das acusações refere-se ainda a duas operações com recursos do FI-FGTS.
Segundo as investigações, a estrutura que dava suporte à prática das irregularidades no banco era sustentada por três frentes: o grupo empresarial, o de empregados públicos que operavam na Caixa e no FGTS e o grupo político e de operadores financeiros.

Também foram denunciados (lista em ordem alfabética):
·         Alexandre Margotto, ex-auxiliar de Funaro;
·         Altair Alves Pinto, apontado como operador de Eduardo Cunha;
·         Eduardo Montagna de Assumpção;
·         Henrique Constatino, sócio da Gol;
·         Hugo Fernandes da Silva Neto, operador ligado a Funaro;
·         José Carlos Grubisich Filho, ex-presidente da Eldorado Celulose.
·         Marcos Antonio Molina dos Santos, executivo do Grupo Marfrig;
·         Natalino Bertin, sócio do grupo Bertin;
·         Reinaldo Bertin, sócio do grupo Bertin;
·         Roberto Derziê, ex-vice-presidente da Caixa;
·         Sidney Norberto Szabo, apontado como operador de Eduardo Cunha;
·         Silmar Bertin, sócio do grupo Bertin;
·         Wellington Ferreira da Costa, ex-assessor de Henrique Alves;

BR Vias e Oeste Sul
Neste caso, as investigações apontam que o sócio da Gol, Henrique Constantino, pagou cerca de R$ 7 milhões em propina a Geddel, Fábio Cleto, Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Alexandre Margotto.
O objetivo, segundo o MPF, seria a obtenção de recursos no valor de R$ 300 milhões, por meio de aquisição de debêntures pelo FI-FGTS.
Os procuradores pedem, em caráter de reparação econômica, moral e social, além de multa, o pagamento do valor mínimo de R$ 111 milhões.

Bertin
O MPF sustenta que Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, Henrique Eduardo Alves e Fábio Cleto pediram R$ 57,3 milhões em propina, paga pelos sócios do grupo Bertin, Natalino Bertin, Reinaldo Bertin e Silmar Roberto Bertin. O objetivo seria liberação de um financiamento de R$ 2 milhões.
Na denúncia, os procuradores pedem, em caráter de reparação econômica, moral e social, além de multa, o pagamento do valor mínimo de R$ 639 milhões.

J&F
Nesta denúncia, Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Fábio Cleto, Henrique Eduardo Alves, Lúcio Funaro, Alexandre Margotto e Roberto Derziê de Sant’anna, são acusados de solicitar R$ 182,8 milhões em propinas.
Desse total, R$ 120,2 milhões teriam sido efetivamente pagos por Joesley Batista, com auxílio do ex-presidente da Eldorado Celulose, José Carlos Grubisich Filho. O objetivo seria a obtenção de recursos do FI-FGTS para empresas do grupo J&F.
O MPF pede o pagamento do valor mínimo de R$ 2,2 bilhões em caráter de reparação econômica, moral e social, além de multa.
Por este caso, os procuradores decidiram suspender o prazo para oferecer a denúncia contra Joesley Batista e Ricardo Saud até que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise o pedido de rescisão da delação premiada de executivos do grupo J&F. A relatoria é do ministro Edson Fachin.

Marfrig
Segundo a denúncia, Geddel, Cunha, Henrique Alves, Lúcio Funaro e Fábio Cleto solicitaram R$ 9 milhões para liberar R$ 350 milhões em crédito à Marfrig Alimentos. O valor teria sido pago por Marcos Molina, executivo do grupo.
Neste caso, o MPF pede que seja pago R$ 100 milhões em multa e a título de reparação econômica, moral e social.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Vem K Sambar comemora sete anos de sucesso com pagode e open bar


AGENDA CULTURAL

A Roda de Samba “Amor Eu Vou Dormir” (Avenida Japurá, 676, Centro) abre suas portas e comemora com muito estilo, os sete anos de existência do grupo amazonense Vem K Sambar. A festa que acontece neste sábado (6), a partir das 15h, em virtude da “Lei Seca”, contará com as presenças do músico Zé Mário, Feras do Forró e Bar do Maykinho, ex-integrantes do grupo Vem K Sambar e a DJ Rafa Militão.
Vem K Sambar (foto divulgação)
Atualmente o grupo é formado por: Leandro e Moisés (vocalistas), Marquinhos (percussão), Victor Hugo (pandeiro) e Wellerson Xuby (percussão geral). No repertório será recheado de músicas de sucesso, incluindo as canções autorais como: “Menina Danada”, “Sabor do nosso beijo”, “Cinco da Manhã” e sem faltar os hits como “Ponto Fraco”, “Nada pra Fazer”, entre outros.
O passaporte para o evento custa R$ 15 e os primeiros pagantes ganham um copo personalizado da festa. Quem optar pelo open bar que vai de 15h às 19h e inclui água, refrigerante e cerveja Antártica só paga R$30, preço único. Maiores informações: 98407-1407.

“Eleição” da “Meia Noite Acaba” tem pagode e sorteio de prêmios


AGENDA CULTURAL

Quem curte pagode terá um bom motivo para sair de casa e ‘pagodear’ às vésperas das eleições. Neste sábado (6), a partir das 19h, a Roda de Samba “Meia Noite Acaba”, prepara um super show com a volta de Uendel Pinheiro. O evento será recheado com muito samba, pagode e contará ainda com as presenças dos Jamblacks, convidados e DJ Luan Guedes.
Uendel Pinheiro (foto divulgação)
Outro atrativo da roda de samba “Meia Noite Acaba” é que haverá transmissão do UFC 229 e sorteio de brindes para quem fizer o melhor discurso. Os ingressos custam R$20, preço único, mas a entrada é free para todos até às 20h. A casa também aceitas todos os cartões de crédito e débito. Maiores informações: 98409-6575.

“Coronel” apresenta Samba Autêntico e Ases do Pagode


AGENDA CULTURAL

Nesta sexta (5), o Pagode do Coronel, localizado na Avenida Japurá, Centro, vai ser palco da melhor roda de samba da cidade, a partir das 21h, com os músicos do Samba Autêntico e o grupo Ases do Pagode.
Ases do Pagode (foto divulgação)
De acordo com Onércio Torres, organizador do evento, a ordem é deixar a noite pra lá de animada. “Será uma roda de samba que irá agradar todos os estilos. Vamos festejar e fazer o que a gente sabe fazer de melhor, que é levar um samba de qualidade para os nossos fãs e frequentadores da casa”, ressaltou.
Em homenagem a campanha de conscientização “Outubro Rosa”, mulheres não pagam ingresso até às 0h. Após esse horário, os ingressos custam R$ 15, preço único. Maiores informações: 99165-3111.


PENSAMENTO DA QUINTA-FEIRA

Aquele que melhor goza a riqueza é aquele que menos necessidade dela tem.
Epicuro

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

STF prorroga investigação sobre Gilberto Kassab

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a prorrogação por mais 45 dias de um inquérito que investiga o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), por corrupção passiva, caixa 2 e lavagem de dinheiro.
O ministro disse ao G1 que "aguarda com serenidade os argumentos utilizados pelo Ministério Público para demonstrar a legalidade de todos os atos de sua gestão".
A decisão dessa terça-feira (2) é assinada pelo desembargador Cesar Mecchi Morales, juiz instrutor do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator da investigação.
Ele atendeu parcialmente a um pedido da Polícia Federal (PF), que queria mais 60 dias para finalizar as investigações.
“Verifica-se que grande parte das diligências requeridas e autorizadas foram devidamente concluídas, sendo pertinente a continuidade das investigações. Defiro nova prorrogação de prazo por mais 45 (quarenta e cinco) dias para cumprimento das diligências apontadas ”, diz o documento.

O caso

O inquérito apura o suposto pagamento do grupo J&F ao ministro por meio de contratos com as empresas Yape Transportes e Yape Consultoria, ligadas ao político. A investigação mira ainda repasses feitos pelo mesmo grupo a Kassab referentes à uma suposta compra do apoio político do PSD pelo PT.
As investigações foram abertas com base na delação de premiada de Wesley Batista e Ricardo Saud, executivos do Grupo.
Na colaboração, Wesley contou que quando era prefeito de São Paulo, em 2009, Kassab recebia R$ 350 mil de propina por mês num aluguel de caminhões. Segundo o delator, durante seis anos foram pagos cerca de R$ 20 milhões.
Saud, por sua vez, disse que Kassab teria vendido apoio político do PSD à campanha da ex-presidente Dilma Rousseff à reeleição em 2014.
Os pagamentos teriam sido efetuados pelo grupo J&F, por meio de doações oficiais.
Quando os casos vieram à tona, em maio do ano passado, Kassab disse que nunca recebeu recursos pessoais, que não houve negociação do partido e que as doações recebidas foram registradas na Justiça Eleitoral.

Fonte: G1