quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Comentário
Temos o péssimo hábito de falar sobre as nossas enfermidades, as dificuldades por que passamos, dores e aflições, esquecendo-nos, contudo, de mencionar as coisas boas. Quando encontramos algum conhecido, e ele nos pergunta como estamos, passamos a desafiar um rosário de triste acontecimento e a fazer um levantamento de nossas tragédias familiares como doença do filho, o desemprego do marido e o cansaço com as tarefas domésticas, como se nos envergonhássemos de falar em felicidade e nos alegrássemos com as aflições.
Às vezes, dizemos para os nossos filhos: como você é preguiçoso, que menino violento, você é um medroso, você faz tudo errado. Essas frases negativas podem ser fixadas, para sempre nas mentes das crianças, por serem pronunciadas no auge das emoções.
É por isso que Jesus Cristo disse: “a boca fala aquilo de que está cheio o coração”. Se o nosso íntimo, só existe sujeira e inferioridade, jamais pronunciaremos palavras edificantes, por essa razão necessitamos de uma limpeza interna. O lixo mental merece uma drenagem para que os sentimentos elevados sejam absorvidos.
G.C.A

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